"É possível prepará-los para as provas ou para a vida. Escolhemos a segunda opção"

By Martina D. - junho 13, 2018

Enquanto no Brasil o material didático resume-se a apostilas, as formas de avaliação resumem-se a provas e o conteúdo lecionado é uma preparação para o vestibular e para os concursos, na Finlândia (país que está nos primeiros lugares com o melhor desempenho no exame do PISA) a situação é completamente diferente. Lá, a educação não é vista como um mero produto a ser vendido, mas sim como um dos pilares da sociedade.

Segundo o site do G1, a partir do início da década de 90 a educação foi descentralizada no país, e os municípios, escolas, e inclusive, os professores passaram a ter mais autonomia. "Os professores planejam as aulas, escolhem os métodos. Não há prova nacional, não acreditamos em testes, estamos mais interessados na aprendizagem. Os professores têm muita autonomia, mas precisam ser bem qualificados. Esta é uma profissão desejada na Finlândia." Afirma a diretora Jaana Palojärvi, do Ministério da Educação em sua visita à São Paulo.

O site da Universia afirma que o sistema de avaliação finlandesa evita a pontuação por meio de números, desestimulando assim a competitividade sem sentido entre os alunos. Não são realizados exames nem são concedidas qualificações até que as crianças estejam no 5º ano, com 11 anos de idade. Os pais recebem relatórios de natureza descritiva a respeito do rendimento do aluno.


Fonte:
http://www.universia.com.br/estudar-exterior/finlandia/sistema-ensino/estrutura-do-sistema-ensino/170
http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/05/pais-com-melhor-educacao-do-mundo-finlandia-aposta-no-professor.html

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